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FESTEJOS NA MATRIZ
Festa da Padroeira
Data: 04 a 13 de outubro de 2006

Construindo a comunidade
a partir das bem-aventuranças é
o tema central da Festa de
Nossa Senhora de Fátima, iniciada com uma celebração
presidida pelo Pe. Tony Batista
e concelebrada pelo Pe. Evandro e o Diácono
Roberto Caminha. O tema da primeira
noite, Na docilidade ao Espírito Santo
a Comunidade vive as Bem-aventuranças
fundamentou a reflexão que Pe. Tony desenvolveu
em sua homilia, concluída com as
crianças. Aniversariantes do dia receberam
o carinho da assembléia. Na saída da
celebração, músicas inesquecíveis
foram executadas pela banda. A confraternização
reúne paroquianos(as).



Os agentes pastorais cuidam dos doces e salgados
que serão vendidos, visando a
arrecadação de recursos para as obras
assistenciais da Paróquia de Fátima.

No segundo dia, Pe. Evandro preside a celebração
que possui o tema: Bem
-aventurados os pobres em espírito, porque
deles é o Reino dos Céus. A primeira
leitura foi
encenada pelos jovens da Paróquia e observada
com atenção pelas crianças
e adultos. Após a celebração,
paroquianos reúnem-se para conversar e acompanhar
o leilão.




Bem-aventurados os mansos, porque herdarão
a terra foi o tema da terceira noite e que
fundamentou a homília de Padre Evandro, que
presidiu a celebração. O tenor Ellus
Velazquez encantou os presentes cantando a belíssima
Ave Maria de Franz Schubert.
A alegre Pastoral da Juventude é responsável
pelo bar nessa noite.
As famílias reúnem-se, mais uma vez,
para partilhar conversas e comidas típicas.




A celebração
da quarta noite foi presidida pelo Pe. Flávio
de Sousa Santiago, Reitor do
Seminário de Filosofia, que refletiu o tema
Bem-aventurados os aflitos, porque serão
consolados. Os Padres Tony e Clodomiro concelebraram
a Missa, cuja procissão de
entrada foi iniciada pelo casal que encerrou a peregrinação
da Sagrada Família.
O alimento recebido no ofertório foi entregue
aos seminaristas, que animaram a
celebração, para ajudar na manutenção
do seminário. O leilão ocorrido na noite
animou todos(as) que participaram da confraternização.



Pe. Antônio Carlos Nogueira
de Carvalho, pároco da Paróquia João
XXIII, presidiu a
celebração, concelebrada com Pe. Tony
e o Diácono Roberto, do quinto dia, e refletiu
o
tema: Bem-aventurados os que têm fome e
sede de justiça, porque serão saciados.
A reflexão do tema da sexta noite, Bem-aventurados
os misericordiosos, porque
alcançarão misericórdia,
foi realizada pelo Diácono Roberto.
Nas confraternizações ocorridas nesses
dias, chamou a atenção de
todos(as) o colorido das prendas do leilão
e as conversas animadas!







Durante nove dias a comunidade
de Fátima, orientada pelos seus pastores, refletiu
o
tema central Construindo a Comunidade a partir
das Bem- aventuranças. As reflexões,
a
cada dia, evidenciaram que Jesus Cristo nos mostrou
os rumos que possibilitam a
construção do reino de Deus, aqui e
agora!
A procissão encerrou oficialmente a festa em
homenagem a Padroeira
Nossa Senhora de Fátima.


HISTÓRIA DAS APARIÇÕES
A 13 de Maio de 1917, três crianças
apascentavam um pequeno rebanho na Cova da
Iria, freguesia de Fátima, conselho de
Vila Nova de Ourém, hoje Diocese
de Leiria-Fátima.
Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10
anos, e Francisco e Jacinta Marto,
seus primos, de
9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço,
como habitualmente faziam,
entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras
soltas, no local onde hoje se
encontra a Basílica. De repente, viram
uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago,
decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão
iluminou o espaço, e viram em
cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra
a Capelinha das Aparições),
uma "Senhora mais brilhante que o sol",
de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos
que era necessário rezar muito e convidou-os
a
voltarem à Cova da Iria durante mais
cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela
hora. As crianças assim fizeram, e nos dias
13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a
Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes,
na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a
aparição deu-se no sítio
dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel,
porque,
no dia 13, as crianças tinham sido levadas
pelo Administrador do Conselho, para Vila
Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro,
estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a
Senhora disse-lhes que era a "Senhora
do Rosário" e que fizessem ali uma capela
em
Sua honra. Depois da aparição, todos
os presentes observaram o milagre prometido
às três crianças em Julho e Setembro:
o sol, assemelhando-se a um disco de prata,
podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo
como uma roda de fogo,
parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa
de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe
novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15
de Fevereiro de 1926, no
Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14
de Junho de 1929, no Convento de Tuy),
pedindo a devoção dos cinco primeiros
sábados (rezar o terço, meditar nos
mistérios
do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada
Comunhão, em reparação dos pecados
cometidos contra o Imaculado Coração
de Maria) e a Consagração da Rússia
ao
mesmo Imaculado Coração. Este pedido
já Nossa Senhora o anunciara em 13
de Julho
de 1917, na parte já revelada do chamado "Segredo
de Fátima".
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta
ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha
aparecido um Anjo aos três videntes, por três
vezes, duas na Loca do Cabeço e outra
junto ao poço do quintal da casa de Lúcia,
convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à
Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos
de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês,
depois nos meses de férias de
Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos
fins de semana e no dia-a-dia, num total
anual de quatro milhões de peregrinos.